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Marcelo Chianello, CEO da Liq, listou quatro dicas para quem quer ser um líder de sucesso na era digital.

Fonte: Computerworld

A chamada transformação digital, impulsionada pelas tecnologias que estão transformando o dia a dia, tem promovido grandes revoluções no mundo empresarial. As pessoas mudaram a forma de se relacionarem entre si, os consumidores estão envolvidos em uma nova jornada de consumo e as empresas também precisam se adequar.

Adaptar-se a essa nova realidade é um dos principais desafios de CEOs, com a tarefa de liderar a transformação de seus negócios para o mundo digital.

Essa transformação despertou nos líderes a necessidade de desenvolver novos modelos de gestão para não somente atender consumidores interessados cada vez mais em experiências diferenciadas e soluções inovadoras, mas também engajar suas equipes nessa nova jornada, por meio de princípios como motivação, liberdade de pensamento e transparência.

Mas o que fazer? Existe uma receita de sucesso? Marcelo Chianello, CEO da Liq, empresa especialista em Customer Experience, listou quatro dicas para quem quer ser um líder de sucesso na era digital. São elas:

Construa uma nova cultura

A grande maioria das empresas hoje não nasceram digitais, com isso o processo de adequação demanda uma transformação em larga escala. Para não se perder frente a esse movimento constante, os líderes precisam ter iniciativa e buscar novos conhecimentos e tecnologias, impulsionando seu público interno para atuar juntos nesse caminho, despertando o sentimento de que o desafio é de todos. Para implantar uma cultura de tecnologia e inovação é necessário entender o seu valor e traduzir esse conhecimento em uma estratégia de transformação digital compreensiva.

Como parte dessa mudança, é preciso incentivar todo o time a realizar um processo de ‘reskiling’, movimento de adaptabilidade proativa que significa rever e atualizar as suas competências e habilidades, fazer diferente e pensar continuamente em planos e propostas mais inovadoras. Isso não significa que todos devem entender profundamente de tecnologia, mas independente da área, será praticamente impossível não se aproximar dela. O CEO pode atuar incentivando as equipes a identificarem de que forma os avanços tecnológicos impactam o seu trabalho e a partir dessa análise, desenvolver competências que acompanhem essa transformação.

A criação de comitês internos multidisciplinares, voltados para a transformação da cultura, digitalização e inovação também são um ótimo recurso para integrar o time, engajando-os em um processo de mudança mais participativo. A iniciativa reforça a troca de conhecimento e a liberdade de pensamento. “Na Liq, por exemplo, nós temos três comitês que seguem essa linha: Inovação, Transformação da Cultura e Startups. Neles, fomentamos a realização de imersões, geração de insights e respeitamos a diversidade de opiniões entre todos os participantes.”

Adapte-se com rapidez às mudanças

O papel do líder digital é antecipar e conduzir com clareza as transformações que a digitalização exige, sem esperar por uma necessidade latente. A velocidade com que os acontecimentos e movimentos perdem validade no mundo digital é grande, o mercado muda a cada segundo, estamos vivendo uma revolução permanente. A regra de hoje pode não valer mais amanhã e, por isso, o CEO deve estar sempre apto a lidar com a incerteza e pronto para se adaptar com agilidade a novos cenários. Realizar ajustes no modelo de negócio é bem mais fácil que reinventá-lo, portanto esteja preparado para mudar o rumo ou alinhar os seus objetivos, sempre que necessário.

Adotar uma visão de longo prazo e estratégica é necessário e coloca a companhia vários passos adiante. Esse processo não tem começo, meio e fim. Está na mão do líder mantê-lo sempre em destaque e encontrar subsídios internos para incentivar permanentemente a gestão focada na obtenção dos melhores resultados, de forma consciente e eficaz.

Tenha (e mantenha) equipes motivadas

Os tempos mudaram e o líder digital precisa esquecer o modelo de gestão tradicional, baseado em hierarquia e controle vertical. Ele deve fomentar o sentimento de colaboração e pertencimento, preparando seus gestores para atuar com perfis diferenciados de colaboradores e situações diversas.

A liderança deve passar confiança e não deve se basear somente nas métricas de entrega de resultados. É fundamental orientar o time e incentivá-los a exercer a criatividade e experimentação, reforçando a tolerância ao risco. Ao entender que existe abertura, os profissionais se tornam mais participativos e se sentem à vontade para propor soluções. Mesmo com metas específicas a serem alcançadas, os profissionais devem trabalhar sob uma mesma visão, e o CEO deve oferecer às suas equipes meios e ferramentas adequadas para desafiá-los a serem cada vez mais inovadores.

Coloque o consumidor no centro de todas as decisões

O consumidor é o alicerce para a construção de uma liderança estratégica na era digital, e os hábitos de consumo da sociedade mudaram. O acesso fácil à informação trouxe um novo perfil de cliente: pessoas mais exigentes, críticas, curiosas, conectadas e que incentivam a troca de experiências sobre produtos ou serviços. Fazer com que ele se sinta especial é o desafio mais importante de um líder digital. Para isso, é preciso conhecê-lo a fundo e sensibilizar todo o time para sentir as suas dificuldades e antecipar seus anseios, resolvendo continuamente os problemas que aparecem por meio de soluções que sejam percebidas e valorizadas por eles.

No segmento de serviços, por exemplo, as informações que surgem na linha de frente do atendimento podem se tornar uma fonte inesgotável de ideias inovadoras. É preciso instalar o mindset de que não devemos trabalhar apenas para entregar resultados ao gestor ou CEO, mas sim, desenvolver uma cultura de liderança na qual todos entendam a importância de surpreender o consumidor final, buscando entregar experiências diferenciadas e inovadoras.

Clique aqui e leia na íntegra essa matéria do Computerworld.

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